Hoje aprendemos sobre a composição da Tragédia!
Ao contrário do que muitos pensam, para que uma Tragédia seja encenada, nem sempre é preciso que algo triste aconteça. Para que a Tragédia ocorra, basta criar-se a imagem de um Herói.
Um Herói não é uma pessoa qualquer, o Herói Trágico possui Metron, Hybris (orgulho). O Herói é a figura humana representada como um contraposto do sistema, que vai contra o modo operante, que extrapola a medida humana; e em decorrência disso, sofre algo trágico.
Como acredito em destino (não exatamente como os gregos acreditavam), acho o máximo que os homens gregos também já acreditavam que a pessoa nasce e que certos fatos da vida dela já estão escritos, e que a pessoa não pode mudar.
Outro fato que aprendemos é que Trágico nem sempre significa triste. E que em Tragédias Gregas, a vida das pessoas transita da boa vida para o infortúnio, nunca ao contrário.
Estudamos nesta aula, as unidades que definem a Tragédia: o tempo, o lugar e a ação. Em uma tragédia grega, existem convenções que para a criação do texto trágico. Características principais são: a duração do acontecimento precisa ser no período do nascer ao por do sol, os acontecimentos acontecem em um único cenário, sempre uma seqüencia de ações contínua.
Duas coisas que me impressionaram muito saber foram, primeiro, que as tragédias gregas proporcionavam a CATARSE (fenômeno coletivo onde basicamente a mesma emoção é compartilhada por muitas pessoas diante do mesmo evento) e segundo que o teatro grego não era apenas entretenimento, mas também educativo. Uma forma de manter a vida em sociedade estável, e de fazer o homem enxergar além do cotidiano.
EVOÉ... aff, falei demais nesse post.
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